quinta-feira, 25 de junho de 2009


Teorias da Globalização


O desenvolvimento do comércio entre as nações, como já tivemos oportunidade de ver, cresceu muito no século XX, graças ao progresso dos transportes e dos meios de comunicação. Com isso, a entrada de mercadorias nos países teve de se modernizar


Paulatinamente, os governos de países amigos perceberam que era preciso agilizar o trânsito de produtos. Foi com esse espírito que nasceu o primeiro grande bloco econômico no mundo: o Mercado Comum Europeu (MCE).


Fundado em 25 de março de 1957, o MCE veio a se constituir num imenso mercado internacional, no qual as mercadorias passaram a circular livremente pela comunidade (países-membros), melhorando as relações comerciais. Com isso, cada país melhorou seu faturamento com base em produtos específicos.


O MCE não foi apenas o pioneiro na formação de um bloco ecconômico importante que serviu de modelo para a criação de outros, mas também por iniciar a integração geopolítica dos povos europeus. Em 1993, seus doze membros assinaram um tratado, na cidade holandesa de Maastricht, visando á integração européia.


E 1993, nasceu o Nafta (North American Free Trading Agreement), assinado entre Canadá, Estados Unidos e México. Os norte-americnos queriam que o chile também fizesse parte do acordo, mais isso acabou não acontecendo.

Globalização no mundo científico




Costuma-se dizer que o conhecimento científico não tem dono. A partir do momento em que um determinado conceito é apresentado á comunidade científica, fica automaticamente incorporado ao acervo mundial. Dali para adiante, qualquer outro cientista pode desenvolver outra teoria relacionada com aquela sem pagar qualquer tipo de tributo. Ora, essa interação entre cientistas é a globalização científica.




As interações científicas são válidas para o desenvolvimento de novas teorias. Entre elas, há um tipo de particular de interação que é importantíssima para o bem-estar da humanidade: são as pesquisas no campo da Medicina.


Graças aos encontros que os médicos realizaram, a todo instante, em muitos lugares, são obtidas soluções para as doenças que nos afrontam. Os casos mais notáveis de que tomamos conhecimento, nos dias de hoje, são aqueles de pesquisadores que lutam para encontrar a cura para o câncer.




Uma das maiores contribuições para a cura do câncer tem sido a dos físicos, que froneceram conhecimentos sobre a radiação para que se desenvolvesse a radioterapia.


É um tipo de tratamento que emprega a radiação emitida por determinados elementos químicos para a eliminação de células cancerígenas que se desenvolvem no corpo de certas pessoas.








quinta-feira, 7 de maio de 2009


Aspectos Positivos da Globalização




Os primeiros sintomas da globalização não têm sido bons para muitos, e o exemplo mais destacado é o das elevadas taxas de desemprego em vários países do mundo, em particular da Europa. Mas as coisas se tornam boas quando são bem-administradas.


Em termos econômicos está bastante evidente que os empresários sintonizados com a realidade global sentem a necessidade de oferecer produtos a preços cada vez mais baixos, porque é muito difícil enfrentar a concorrência mundial. Quem ganha com isso é o consumidor, que tem diante de si várias oportunidades de escolha.


Outro grande benefício da globalização no Brasil é a aplicação mais racional do capital das empresas. No tempo da inflação elevada, várias firmas adiquiram o vício de produzir pouco e ganhar muito.


Além disso, o emprsário consciente investe em seus funcionários e lhes concede benefícios diversos. Pode parecer irônico e ingênuo, mas o empresário da era globalizada tem, necessariamente, que trabalhar pelo progresso social.






Globalização e Desemprego




No século XIX, quando estava em curso a Revolução Industrial, houve notícias de trabalhadores que invadiram fábricas para quebrar as máquinas a vapor que tiraram seus empregos. No presente, não há notícias de alguém que tenha depredado robôs e computadores por ter sido despedido de sua empresa.



Muitas pessoas têm encontrado trabalhos para desenvolver em suas próprias casas, caracterizando um fenômeno que ficou conhecido por terceirização. A terceirização nada mais é do que a prestação autônomo de serviços. Um exemplo disso ocorre com serviços de contabilidade. Há alguns anos, as firmas costumavam ter contadores próprios para cuidar de seus balanços e controles financeiros.


Além do trabalho autônomo, há uma modalidade de serviço que também virou uma prática no Brasil: o subemprego. Trata-se de um compromisso informal entre empregado e empregador, muito parecido com um emprego, mas sem as garantias trabalhistas para o empregado.


È claro que o subemprego é uma prática condenável, pois só traz vantagens para o empregador. Nesse caso, a lei trabalhista protege o trabalhador. Mas o subemprego que reclama na Justiça, contra o patrão, nem sempre consegue caracterizar sua situação.




Desemprego no Brasil



Diariamente, o brasileiro que trabalha em empresas ouve falar que algum colega foi demitido sem justa causa. E isso acontece na seguinte ordem: em primeiro lugar, os produtos de determinada indústria sofrem queda no faturamento; em segundo lugar, a empresas percebe que a concorrência aumentou, e vê que a saída é diminuir o custo de produção ou a própria produção.

Às vezes, a diminuição dos custos só é possível com mudanças . Nas grandes metrópoles, por exemplo, o custo da mão-de-obra, dos terrenos, da construção civil e mesmo dos impostos é elevado.

Paralelamente a tudo isso, o Brasil tem uma inércia muito grande para reagir as rumos da história. Alvin Tofler, em um livro A Terceira Onda, já havia falado sobre a globalização da economia no ínicio da década de 1980.



















segunda-feira, 27 de abril de 2009



Globalização dos meios de produção



Para que o processo de globalização atingisse os meios de produção foi necessário que houvesse no mundo condições favoráveis pra tanto.

O fator que mais contribuiu para isso foi o desenvolvimento dos meios de comunicação e de transporte.

Na década de 1950, russos e norte-americanos iniciaram a corrida para a conquista do espaço sideral.


Naquela época, qualquer mortal achava que eles só estavam disputando para ver quem chegaria primeiro a lua. Por trás da corrida espacial, porém, estavam interesses militares e comerciais.

Com o avanço das telecomunicações e dos transportes, entrou em cena o terceiro elemento da aceleração do processo de globalização da produção: a ambição do ser humano.

De repente, no Brasil, virou moda consumir produtos importados numa dimensão jamais vista. Foi nessa onda de importações que o povo brasileiro começou a perceber que o mundo estava mudando.
Expansão das Multinacionais

As empresas transnacionais são firmas que nasceram com uma nacionalidade e, com seu crescimento, deixaram de ser norte-americanas, japonesas ou alemãs.


São empresas multinacionais que se expandiram pelo mundo e, para que seus produtos fossem aceitos nos mercados dos países onde foram se instalando, tiveram de passar por tantas modificações que perderam a identidade de origem.


A maior característica da empresa transnacional é que ela pode produzir os componentes de um produto num país, fazer a montagem final num segundo país, vender esses produtos num terceiro país, e assim por diante.

O enfraquecimento do Estado-Nação

No Brasil, a palavra estado é usada para representar cada uma das unidades da federação.


Num sentido mais amplo, a palavra estado tem o significado comum de nação, que também pode ser denominada Estado - Nação ou simplismente de Estado ( é por isso que é comum ouvirmos dizer que o presidente da República é o chefe de Estado).


Assim, quando dizemos Estado-Nação, estamos nos referindo a um país, que apresenta unificação de leis, usos e costumes.


Com o avanço das empresas transnacionais, e o intercâmbio profissional e produtivo que elas provocam entre os povos, o Estado-Nação poderá desaparecer dentro de alguns anos.